Fundação de Apoio ao Jovem de Iguatu promove oficina para blogueiros

Com o objetivo de preparar os jovens iguatuenses para ter mais visibilidade e oportunidade no meio das mídias digitais a Fundação de Apoio ao Jovem de Iguatu, FAJI, promoveu, nos dias 27 e 28 a primeira etapa do Projeto Blogsfera MaisFM.

 

A oficina, voltada para jovens cursando o ensino médio fez parte da programação do 6º Workshop Técnico-científico da Escola de Ensino Profissionalizante Amélia Figueiredo de Lavor, em Iguatu.

Na ocasião cerca de 60 jovens de escolas públicas da cidade e alguns de outras cidades que vieram para o evento. Ao todo foram quatro palestras com os temas “Do Mundo Das Ideias Para a Rede: Blogs e a nova forma de fazer mídia”, “Fotografia e Vídeo Na Palma da Mão: Do Seu Bolso Para o Mundo”, “Texto e contexto: Escrevendo Melhor Para ir Mais Longe” e uma palestra motivacional com o título ‘Enfrentando Desafios: o que aprendi com as curvas da estrada”. Jan Messias, coordenador de jornalismo da MaisFM Educativa e diretor de redação do Jornal do Centro-Sul é o idealizador do projeto e conduziu os trabalhos. Ele tem trabalhos publicados em portais de renome nacional, como o Portal Motonline, de São Paulo.

A continuidade do projeto é com a inscrição dos blogueiros no Portal Maisfm.com, que irá dar visibilidade aos jovens participantes. A expectativa é produzir conteúdo original e de qualidade com base na realidade de vida dos jovens e assim gerar mais conteúdo sobre a nossa realidade local.

O 6º Workshop Técnico-científico

O trabalho promovido pela Faji foi parte da programação do Workshop Técnico-Científico, que neste ano chegou à 6ª edição. O evento é composto por palestras e oficinas produzidas pelos alunos da Escola de Ensino Profissionalizante Amélia Figueiredo de Lavor, que oferece os cursos médio-técnicos de enfermagem, administração e informática. O coordenador de ensino, Helton Pereira, afirma que é um momento para que os alunos mostrem um pouco do que aprendem no dia-a-dia das aulas e também uma forma de estreitar laços com a comunidade. “Eles se empolgam em fazer esses mini-cursos porque se sentem contribuindo para outras pessoas, inspirando quem vem visitar nossa escola”, completa.

Fonte: Jornal do Centro-Sul

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